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Entrevista

2011: ano de pluralidade musical

O ano acabou de começar, é verdade. Mas é sempre bom saber com um pouco de antecedência o que esperar, certo? Pensando nisso, o Blog Fnac foi atrás de especialistas em cada área: Música, Tecnologia, Literatura… E, agora, traz entrevistas com um pouco do que se deve apostar em 2011. Hoje, quem começa falando sobre […]

Entrevista

2011: ano de pluralidade musical

jenniffer.hoche • 18 de janeiro de 2011 • 17h41

O ano acabou de começar, é verdade. Mas é sempre bom saber com um pouco de antecedência o que esperar, certo?

Pensando nisso, o Blog Fnac foi atrás de especialistas em cada área: Música, Tecnologia, Literatura… E, agora, traz entrevistas com um pouco do que se deve apostar em 2011.

Hoje, quem começa falando sobre o que esperar deste ano musicalmente falando, é o Gerente de Comunicação da Fnac Barra, Luiz Alberto Moura. Luiz também é músico.

Blog Fnac: Falando em música, qual sua aposta para 2011?

Luiz: Tem um compositor paulista chamado Marcelo Jeneci, que tem feito barulho. Acabou de fazer um show aqui no Rio e foi bem cheio. Pode ser um nome para se firmar em 2011. E com esses tempos de internet, apontar bandas é complicado. Mas vai ser cada vez mais voltado pro mercado independente.

BF: Teve o ano do heavy metal, do emocore, do indie rock… Você consegue visualizar alguma tendência para 2011? Que tipo de som anda crescendo?

L: Se a gente for ver a tendência, é bem possível que 2011 comece um revival do grunge, já que temos aí… 20 anos do estouro do Nirvana, Pearl Jam etc. Algumas delas até já voltaram, como o próprio AIC, Soundgarden e Stone Temple Pilots (apesar de não ser de Seattle, pegaram carona no “movimento”).

BF: Você aposta em algum nome?

L: Acho que vai ser mais um ano de novos nomes “pulverizados”, sem um grande destaque. Como tem sido os anos 00.

BF: E na música brasileira? Não dá pra negar que ano passado foi do ‘happy rock’. Você acha que esse ano continua?

L: Acredito que 2011 marca uma virada, já que as bandas emocore estão “envelhecendo”. Você já vê grupos como NX Zero e Fresno partindo pra um som mais “crescido”.

BF: Para um outro tipo de público, fala-se de uma geração ‘novos compositores’: Tulipa Ruiz, Tiê, Thiago Pethit… No Rio, tem bastante gente no samba também. Fora as bandas instrumentais. Você consegue destacar alguma coisa que pode crescer em 2011? Algum nome específico?

L: Como eu disse, acho que o Jeneci sai na frente. Mas assim como no rock, a MPB tem vivido essa coisa de nomes com sucesso mediano, sem grandes estouros. Isso em parte se deve a internet e discos sendo baixados o tempo inteiro, ou ouvidos via streaming. Não acredito num novo Nirvana, por exemplo.  Hoje, qualquer um grava um disco em casa. Eu mesmo estou terminando mais um da minha banda “caseiramente” e com uma qualidade bem bacana.

E você? Tem alguma aposta?vacationключевые слова конкурентовфото укладокbinary options live signalssystems life cycle modelвзломать2day.kh.ua