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Entrevista

O “espadachim de carvão”, romance de estreia de Affonso Solano

Desenhista, podcaster e colunista, Affonso Solano pode acrescentar mais uma ocupação ao seu agitado currículo: escritor. E, no que depender do sucesso que foi o lançamento de seu primeiro livro, “O espadachim de carvão”, esta nova carreira vai ocupar muito espaço em sua vida. A Fnac Paulista ficou pequena para a quantidade de pessoas que […]

Entrevista

O “espadachim de carvão”, romance de estreia de Affonso Solano

jenniffer.hoche • 11 de abril de 2013 • 18h58

Desenhista, podcaster e colunista, Affonso Solano pode acrescentar mais uma ocupação ao seu agitado currículo: escritor. E, no que depender do sucesso que foi o lançamento de seu primeiro livro, “O espadachim de carvão”, esta nova carreira vai ocupar muito espaço em sua vida.

A Fnac Paulista ficou pequena para a quantidade de pessoas que compareceram ao evento. Filas gigantes tomaram conta do local e Affonso Solano ficou até à 1h da manhã para não deixar ninguém sem um autógrafo ou foto.

“O espadachim de carvão” narra a história deAdapak, filho de um deus treinado desde cedo nas artes da espada. O pai do herói e os outros três deuses abandonaram o mundo de Kurgala, e agora Adapak está sendo caçado, sem saber o porquê.

Em busca de sua sobrevivência e de respostas, o jovem espadachim se vê obrigado a deixar a ilha em que vivia. Adapak é sábio, mas extremamente inocente. Perdido em um mundo exótico e hostil, terá que usar tudo o que sabe para descobrir mais sobre si mesmo e seus inimigos. E sua busca pode trazer à tona alguns dos mais antigos segredos de Kurgala.

Affonso Solano começou escrever desde cedo, soltando sua imaginação em histórias curtas de aventura e fantasia. Suas influências são grandes aventuras de pessoas lutando contra criaturas e forças além de seu controle. Escritores como Júlio Verne e Stephen King e cineastas como Steven Spielberg marcaram muito sua infância. Outra leitura que o autor sempre cita com carinho é a série de livros-jogos “Fighting Fantasy”, de Steve Jackson e Ian Livingstone.

Inicialmente, os conceitos de “O espadachim de carvão” foram usados em uma HQ interativa no site Omelete que foi interrompida O projeto foi um sucesso no site e Solano percebeu que tinha um ótimo material em mãos, então optou por transformá-lo em um livro, expandindo o cenário e personagens.

Após se recuperar da maratona de autógrafos e fotos, Affonso Solano teve uma rápida conversa com a Fnac.

Você sempre cita os livros-jogos da série “Fighting Fantasy” com uma das suas primeiras influências. Quais são os seus títulos favoritos desta coleção?

“O Calabouço da Morte” e “A Cidadela do Caos” me marcaram muito!

Um filme, uma HQ, uma série, um RPG, um jogo de videogame e um livro que foram influências para seu livro.

São muitas influências dos anos 1980/90, mas vou citar três que fazem parte: Filme: “Labirinto”; Videogame: “Shadow of the Collossus”; Livro: todos do Stephen King.

Você ouve música quando escreve?

Não consigo ouvir música e escrever ao mesmo tempo! Mas busco inspiração ANTES ouvindo trilhas de filmes e videogames.

As ideias de “O espadachim de carvão” foram inicialmente utilizadas em uma HQ interativa online. O que mudou da HQ para o livro?

A única coisa que mantive foi a essência do protagonista (inocência versus cultura) e o clima de “abandono” do mundo, na verdade. A mitologia de Kurgala não existia na época da HQ – era algo muito próximo a “Dungeons and Dragons” ainda!

Este livro é o primeiro de uma grande saga? Quais os planos futuros para o personagem e o cenário?

Sim, teremos uma série de livros do Espadachim! Os leitores estão pedindo também que eu escreva as histórias de Tamtul e Magano (que são os livros de fantasia que o protagonista lê), então seria legal explorar essa metalinguagem!

Você mesmo ilustrou seu livro?

Sim, queria que as pequenas ilustrações definissem um tom específico para cada capítulo, sem entregar muito. Eu e meu editor – Raphael Draccon – achamos que seria mais lógico e prático que eu mesmo as fizesse, acertando o ponto direto onde devia. Já a capa, pedi que meu amigo de infância – Rafael Damiani – fizesse; ele me apresentou Tolkien e jogos de RPG quando crianças, além de ter feito parte da “versão HQ Online” do livro, anos atrás.

Ser nerd passou de um estereótipo negativo para algo do qual muitos se orgulham. Como vê esta mudança?

Para mim é muito claro: os nerds de ontem cresceram e se tornaram produtores de conteúdo (cinema, games, etc) e viraram o jogo – mostrando para a “massa” que o que eles gostam é BOM. Ao mesmo tempo, acho que o próprio nerd teve que rever alguns conceitos para que seu modo de vida se popularizasse – o nerd de hoje não é mais 100% anti-social – ainda que TÍMIDO, ele descobriu nas redes sociais que existem outros como ele e se redescobriu, por exemplo.

Fotos: Ramede Felix


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