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Entrevista

Tiê e seu A Coruja e o Coração

A Tiê está com disco novo. Parte de uma safra de ótimos músicos jovens, ela passa por um novo momento na carreira. Com pocket show marcado para o dia 14, às 20h, na Fnac Morumbi, Tiê falou sobre as novidades para o Blog Fnac: Blog Fnac: Diferente do seu primeiro CD, A Coruja e o […]

Entrevista

Tiê e seu A Coruja e o Coração

jenniffer.hoche • 29 de março de 2011 • 17h49

A Tiê está com disco novo. Parte de uma safra de ótimos músicos jovens, ela passa por um novo momento na carreira.

Com pocket show marcado para o dia 14, às 20h, na Fnac Morumbi, Tiê falou sobre as novidades para o Blog Fnac:

Blog Fnac: Diferente do seu primeiro CD, A Coruja e o Coração vem com uma diversidade instrumental maior. Quando você sentiu essa necessidade de incrementar mais sua música?

Tiê: No momento de gravar o segundo disco, não me deu vontade de fazer novamente voz e violão. Queria um som mais cheio.

BF: O disco novo traz várias participações. As músicas foram feitas em conjunto? Como foi a escolha desses músicos que participam do álbum?

T: Eu e Plínio Profeta fizemos uma pré-produção uma semana antes e lá decidimos o que ia entrar e o que não ia. O processo de composição foi ao longo do ano de 2010. Os parceiros foram vindo e enchendo o disco de boas letras.

BF: E a versão super inusitada do sucesso Você Não Vale Nada, do grupo Calcinha Preta? De onde veio a ideia de regravar e de colocar uma batida tão diferente?

T: Você Não Vale Nada já fazia parte do meu repertório de shows desde de 2009, quando fui convidada pelo SESC Pompéia pra fazer um projeto chamado “Do Coração ao Cotovelo”. Depois desse show, me apeguei e a música se incorporou.

BF: Entre escrever, tocar, cantar… o que te faz sentir melhor?

T: Tudo junto ao mesmo tempo agora.

BF: Sobre o processo colaborativo, no qual os paulistas são precursores, como foi para você? Sweet Jardim foi produzido a várias mãos, certo? Quando e como você se viu no meio desse coletivo todo e quem são as pessoas mais próximas a você?

T: Sweet Jardim foi produzido só pelo Plínio Profeta e, na verdade, não foi nada colaborativo, foi inclusive um processo bem solitário e vazio. Na época, saiu uma matéria grande falando sobre essa ajuda mútua da nova geração. Isso realmente acontece entre nós e é muito bem-vinda. Somos todos amigos e estamos na mesma situação, logo, é bem natural um querer ajudar o outro sempre que puder. Mas não há um movimento musical. Todos são bem diferente musicalmente.

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