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5 itens importantes para a compra da TV 4K

Separamos alguns pontos que devem ser levados em consideração na hora de investir na sua televisão 4K. Confira!

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5 itens importantes para a compra da TV 4K

jenniffer.hoche • 23 de fevereiro de 2018 • 18h17

As televisões 4K têm qualidade superior de imagem devido ao número de pixels, quatro vezes maior que o encontrado em uma TV FullHD. Na hora de comprar a sua, pode bater aquela dúvida: qual será a melhor escolha?

Separamos aqui alguns pontos que devem ser levados em consideração na hora de investir na sua televisão 4K:

size_960_16_9_tv-4k-samsung-suhdTenha a melhor experiência com a TV ideal para a sua casa.

RGB X RGBW

Existem aparelhos com painel RGB e outros com painel RGBW, a diferença é que as TVs com painel RGW têm subpixels brancos entre os de cores primárias, eles são usados para aumentar o brilho, mas, por não reproduzirem cores, atrapalham a fidelidade cromática.

LED, Oled ou ponto quântico

A melhor fidelidade na reprodução de cores é vista nos painéis com pontos quânticos, que são nanocristais que alteram minimamente seus tamanhos para possibilitar a reprodução de cores a partir de um painel retroiluminado.

Como não há o filtro de Bayer, responsável pela filtragem da luz para a reprodução de cores, o consumo energético é menor. A luz não precisa de tanta intensidade, pois não precisa atravessar nenhuma camada para chegar à tela.

Os paineis LCD com retroiluminação LED são os mais abundantes do mercado e, por consequência, são os que tem menor custo para o consumidor final.

Essa tecnologia permite a reprodução de conteúdos com alta qualidade de fidelidade de cores. Os tons mais escuros são problemáticos para ela, mas o brilho que ela é capaz de emitir é muito alto em relação ao Oled.

As TVs Oled são menos numerosas no mercado por conta do alto custo de produção e da baixa longevidade desse painel em face do LED retroiluminado ou da implementação de pontos quânticos. Como os pixels têm luzes próprias, com a eletricidade conduzida por componentes orgânicos, eles se deterioram com o tempo.

Por outro lado, essa tecnologia de display tem algumas vantagens: economia de energia e maior taxa de contraste do que no LED retroiluminado.

Para escolher, o consumidor precisa pensar se vai ficar com o produto por muito tempo e avaliar o quanto se importa com brilho e contraste, além de analisar a relação custo-benecífio do aparelho, se mantendo atento também aos pontos a seguir.

HDR

Como nas fotografias, o HDR em paineis de TV combina imagens com exposições diferentes e gera uma nova com qualidade superior a qualquer uma delas. Isso acontece porque as áreas escuras e claras se apresentam como deveriam, chegando bem próximo da realidade.

Em termos práticos, podemos dizer que o HDR melhora o brilho e o contraste de uma cena para que você veja o conteúdo como o estúdio que o gravou gostaria. É como ter super-imagens que são criadas em tempo real na hora da reprodução.

Estúdios de cinema já utilizam a tecnologia em suas filmagens e, portanto, essa é uma tecnologia para ficar de olho se você vai comprar um televisão para a sua casa e quer que ela dure bastante tempo para que você não sinta que está com um produto defasado em razão da evolução do mercado no curto prazo.

O HDR 10 e Dolby Vision HDR são os dois padrões de reprodução do HDR. Para os Blu-Rays, o padrão oficial é o 10. A Netflix por outro lado, adota ambos padrões. As TVs SUHD da Samsung, por exemplo, utilizam o padrão HDR 10, que oferece até 1.000 nits de brilho e tem reprodução em 10 bits, que permite a representação de 1 bilhão de cores. A Sony também usa o HDR 10 em seus produtos, enquanto a LG conta com televisores com suporte para os dois padrões de HDR.

Outras fabricantes devem trazer televisores com a tecnologia HDR 10 para o mercado nacional em breve, uma vez que ela não requer o mesmo licenciamento que a Dolby Vision HDR.

Plataforma

A plataforma smart da sua TV 4k também precisa ser levada em conta. Cada fabricante utiliza uma diferente da outra. A Samsung tem o Tizen, a LG tem o webOS, a Panasonic tem a Firefox OS, enquanto a Sony tem o Android TV.

As plataformas mais consolidadas, segundo análise do INFOLab, são o Tizen e o webOS. Esses dois sistemas operacionais têm ecossistemas de aplicativos já desenvolvidos. Muitas emissoras de TV nacionais e internacionais têm apps para esses softwares, bem como serviços de transmissão via internet, como a Netflix e o Crackle.

O Android TV é um sistema promissor, porém, ainda embrionário. O código trazido do Android para smartphones e tablets ainda não está completamente adaptado para a plataforma de smart TV. Há resquícios de recursos do Android nessa plataforma, o que demonstra o quanto esse software ainda tem para evoluir. Felizmente, atualizações futuras podem resolver esse tipo de questão.

Tela Plana ou Curva

Existem TVs com displays curvos, planos e flexíveis. As fabricantes dizem que as telas curvas oferecem uma sensação maior de imersão no conteúdo assistido. Porém, elas requerem que o usuário se posicione em um ponto específico, bem no centro e a alguns metros de distância, para que isso aconteça. Se a ideia for ver um filme com a família, algumas pessoas podem ver a imagem distorcida.

Por isso, foram criadas as telas flexíveis, que podem ser curvas ou planas com o toque de um botão. Nesse caso, você consegue obter o melhor dos dois mundos: a imersão e a possibilidade de ver TV junto com outras pessoas.

A escolha mais barata entre os três tipos de tela é a plana. A experiência não será tão imersiva, mas você não vai precisar se preocupar com displays curvos ou flexíveis.

Avaliando os pontos acima, somados ao preço e ao quanto você pretende gastar, a compra da sua próxima TV deve ser acertada.