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Outros, Tecnologia

Por dentro do 3D

O longa Avatar, de James Cameron, trouxe a tecnologia 3D como um dos assuntos deste ano. Mas as três dimensões não são tão novinhas assim. Lá em meados de 1515, quando o Brasil era uma terra recém-descoberta para o mundo, o italiano Baldassre Peruzzi criou a Sala Delle Prospettive, uma das primeiras obras renascentistas que […]

Outros, Tecnologia

Por dentro do 3D

jenniffer.hoche • 20 de dezembro de 2010 • 16h49

O longa Avatar, de James Cameron, trouxe a tecnologia 3D como um dos assuntos deste ano. Mas as três dimensões não são tão novinhas assim. Lá em meados de 1515, quando o Brasil era uma terra recém-descoberta para o mundo, o italiano Baldassre Peruzzi criou a Sala Delle Prospettive, uma das primeiras obras renascentistas que davam a entender o que viria a ser uma imagem em 3D. No cinema, isso já havia acontecido em 1952, com Bwana Devil, seguido por Man in the Dark.

Mas, desta vez, com Avatar, parece que o mundo aceitou e acolheu de vez a onda 3D. O cinema aderiu prontamente: praticamente todas as grandes redes reservaram cópias em 3D dos lançamentos 2010, como Alice, Toy Story 3, Shrek Para Sempre e Megamente.

Câmeras fotográficas também desenvolveram a tecnologia. Elas são capazes de capturar imagens em 3D, mas, para isso, a pessoa precisa movimentar a câmera em arco, como se fosse tirar uma panorâmica.

A mesma tecnologia já pode ser encontrada em notebooks e TVs.  As telas 3D funcionam com a parceria de óculos. No lugar das lentes, ficam microtelas LCD que alternam imagens sincronizadas com um infravermelho que sai da TV. Os óculos e o televisor trabalham juntos para ativar as microtelas e proporcionam aos seus olhos (e cérebro, consequentemente) perceber um novo plano (o terceiro, no caso). No cinema, os óculos usam uma tecnologia passiva em que uma lente polarizada ajusta a imagem gerada na telona, embora a qualidade seja bem menor.

Pesquisas revelam que, por volta de 2014, o Brasil estará pronto para desenvolver produtos que não precisem de óculos para gerar as imagens em três dimensões. Pesquisas também prometem resolver o problema daquelas que tem dor de cabeça ou náusea depois de assistir a alguma imagem em 3D. Isso acontece por conta da distância entre um olho e o outro, que, normalmente, é de 6,5 cm. Uma distância maior ou menos, pode causar o mal-estar. A solução está no desenvolvimento de sistemas que se adaptam ao olho de quem vê.

É esperar para conferir.legalработа юрисконсультdemo binary tradingработа копирайтером удаленноhomes for sale key midtown-miami flсайтмолодежь церкви возрождение