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Cinema, Outros

Tropa de Elite 2: por trás das câmeras

Os heróis do passado costumavam ser galantes, educados. Salvavam a mocinha sem tirar um só fio do cabelo do lugar. Mas hoje o mundo é outro e o principal: os vilões são outros. Hoje, herói sobe morro, enfrenta bandido cara a cara e combate corrupção (sem contar que as mocinhas não precisam mais ser salvas). […]

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Tropa de Elite 2: por trás das câmeras

jenniffer.hoche • 09 de dezembro de 2010 • 09h33

Os heróis do passado costumavam ser galantes, educados. Salvavam a mocinha sem tirar um só fio do cabelo do lugar. Mas hoje o mundo é outro e o principal: os vilões são outros. Hoje, herói sobe morro, enfrenta bandido cara a cara e combate corrupção (sem contar que as mocinhas não precisam mais ser salvas).

Herói de hoje é Capitão Nascimento, como comprova o estrondoso sucesso de Tropa de Elite e, agora, de Tropa de Elite 2. No primeiro fim de semana de exibição, a continuação arrecadou R$ 14 milhões, deixando pra trás importantes estreias gringas, como Homem Aranha e Eclipse.

Tropa 2, que contou com esquema especial anti-pirataria sob assessoria do próprio Bope, foi filmado em locações espalhadas pelo Rio, desde comunidades em Rio das Pedras, morro de D. Marta, Bangu a Palácios na Zona Sul, até Assembleia Legislativa e ruas do Flamengo. Quem conta isso para o Blog Fnac é Marianne Macedo Martins, assistente de direção de José Padilha (diretor dos dois longas), que acompanhou passo a passo do surgimento das cenas do fenômeno cinematográfico.

Acompanhe algumas curiosidades sobre as filmagens:

Blog Fnac: Como era a rotina de filmagens?

Marianne: Eram bem intensas. Cada diária possui 12 horas, 6 dias por semana. No set de filmagem, cada um tem a sua função definida e todos trabalharam muito, deram o seu melhor. O calor era muito intenso também.

BF: Como era a relação da equipe de filmagem com a comunidade local?

M: Muito respeitosa. Procurávamos não atrapalhar a rotina dos moradores, mas, às vezes, isso era inevitável.  Em geral, a maioria da comunidade foi bastante compreensiva e alguns moradores estavam escalados como figurantes.

BF: E como era a relação com o próprio Bope, retratado no filme?

M: A relação sempre foi muito próxima. Desde a pré-produção, contávamos com a ajuda de pessoas do Bope. Eles nos ajudavam a tirar qualquer tipo de dúvida: desde a filosofia de um “caveira” até detalhes para um figurino correto e diferenças hierárquicas entre as patentes (coronel, tenente, major etc).

BF: Tem algum caso curioso do envolvimento da comunidade com as filmagens?

M: Tiveram alguns. O mais marcante foi quando fizemos a aérea no helicóptero no Morro de D. Marta. O Governo e a Prefeitura do Rio de Janeiro autorizaram e grande parte da comunidade foi avisada (eles inclusive estão super acostumados a receber gravações). Mas a população em geral não sabia do que se tratava e estranharam o movimento por 2 dias no morro. O helicóptero se aproximava muito do morro, fazia barulho e gerou muito movimento. As pessoas residentes dos bairros próximos se preocuparam, achando que poderia ser alguma guerrilha num morro já pacificado.

BF: Qual era a sua rotina, como assistente de direção?

M: Uma diária de filmagem oficialmente dura 12 horas. A rotina é exaustante, principalmente num set que envolve muitos figurantes, ficamos muito de pé, atento a tudo. Se a diária possui muitos figurantes, esse número de horas aumenta. É cansativo, mas muito instigante e prazeroso contribuir para uma cena.

BF: O pessoal que participou do roteiro, da argumentação, acompanhou as filmagens?

Sim, ativamente. Muitos deles ficavam no set de filmagem todos os dias ao lado do diretor.Binary Affiliate Programopteck complaintsавтошины киев купитьbestмедицинская справка для замены водительского удостоверенияздесьгостиницы в новосибирске