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Dia Nacional do Livro Infantil: colaboradores relembram seus favoritos da infância

O que você gostava de ler quando era mais novo? Nossos funcionários revelam suas primeiras paixões literárias <3

Dia Nacional do Livro Infantil: colaboradores relembram seus favoritos da infância

jenniffer.hoche • 18 de abril de 2016 • 15h43

IMG_2743Reinações de Narizinho. Não me lembro como eu consegui esse livro, mas eu me recordo de estar sentada no chão de casa folheando-o. Era uma versão bem antiga, a capa estava destruída (risos), as páginas se soltando da costura, mas eu estava lá, com ele nas mãos. Eu ainda não sabia ler na época, então eu comecei a atormentar o meu irmão, que já lia, para que ele me contasse a história. Todo dia ele lia um pouco do livro para mim e eu não me esqueço dessa cena. Eu ficava prestando atenção no que ele falava e começava a entender a relação da história com as figuras do livro: ‘ah, então uma boneca casou com o Marquês de Rabicó, que é um porquinho’ e por aí vai.”

Jéssica Aparecida, vendedora Kids da Fnac Pinheiros

 

IMG_2941“Quando me disseram que eu teria que escolher um livro que marcou minha infância muitos me vieram a mente. Foi difícil escolher, mas optei por um que me fez suspirar por várias vezes, e também porque acredito que sua protagonista tem muito a ver conosco nos dias de hoje. Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, conta a história de uma garotinha corajosa, amorosa, curiosa, amiga, entre tantos outros adjetivos. Alice se propõe a seguir um coelho, por pura curiosidade, se enfiando numa toca que a transporta para um lugar fantástico, onde vai conhecer criaturas boas e ruins, aprender a lidar com as situações mais inesperadas, fazendo com que sua resiliência a acompanhe por toda a história. Um conto de fadas que fez parte de vários momentos da minha vida.”

Ana Paula Sousa, compradora de livros Infantis/Juvenis

 

IMG_6344“A literatura entrou tarde em minha vida; ganhei meu primeiro livro aos 11 anos. Minha avó me presenteou com uma obra sobre São Francisco de Assis, uma edição hoje esgotada. Após alguns capítulos lidos percebi que já era tarde: o veneno da literatura já estava em minhas veias e não consigo encontrar um antídoto capaz de curar-me.”

Luiz Mauro de Souza, vendedor Livros na Fnac Brasília